sds-1 (1)A empresa japonesa Trottla tornou- se um centro de controvérsias e escândalos após se descobrir uma de suas linhas de negócio: a venda de bonecas sexuais hiper-realistas representando crianças, cujo público-alvo são pedófilos.

A empresa Trottla foi fundada por um artista pedófilo, Shin Takagi, que afirma nunca ter levado a cabo seus próprios desejos.

Por mais de uma década, a empresa tem criado bonecas eróticas infantis (com corpos de crianças de 5 anos) e vendido por todo o mundo. As bonecas, vendidas por mais de 6 mil libras cada, são feitas de borracha e vêm com acessórios como perucas e marcas de biquíni.

Compradores de diversos países tem importado estas bonecas, muitos países tem vetado a entrada da criação de Shin em seus territórios, outros, como o Reino Unido, tem aceito o objeto de desejo de pedófilos.

Mas Kathleen Richardson, da Campaign Against Sex Robots disse: “Não acredito nem por um segundo que produzir bonecas eróticas infantis ajuda de alguma forma a impedir a pedofilia, e digo isso porque já temos provas disso.”

Já existem muitas imagens de abuso infantil e a pedofilia não parou, porque a pedofilia é sobre obter controle, não satisfazer desejos.

Empresa japonesa cria bonecas sexuais hiper-realistas de crianças para pedófilos

Shin Takagi se defende contra as acusações por sua linha controversa de bonecas afirmando “Eu estou ajudando as pessoas que querem expressar seus verdadeiros desejos de forma legal e ética”. Ele explica que não vale a pena viver com um desejo reprimido e que muitas vezes até recebe cartas de clientes lhe agradecendo por os terem livrado de cometer um crime de pedofilia contra crianças.

Takagi assegura que seus principais clientes são pessoas famosas, médicos ou professores, que compram para inibir seus impulsos de pedofilia.

O assunto foi divulgado pelo jornal inglês Daily Mail, veiculando o fato de que os serviços de alfândega da Austrália estão bloqueando as importações de clientes australianos desse produto vindo do Japão. O Departamento de Imigração e Proteção de Fronteiras declarou que a posse desse material é considerada um crime, de acordo com a lei do país.

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